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Zelensky diz que documento com garantias de segurança dos EUA está pronto para assinatura

  • Foto do escritor: Fabio Sanches
    Fabio Sanches
  • há 2 dias
  • 2 min de leitura
Foto divulgada pelo Serviço de Imprensa Presidencial mostra o presidente dos Estados Unidos, Donald J. Trump (à direita), encontrando-se com o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky (à esquerda), no Salão Oval da Casa Branca, em Washington, DC, EUA - EFE/EPA/PRESIDENTIAL PRESS SERVICE
Foto divulgada pelo Serviço de Imprensa Presidencial mostra o presidente dos Estados Unidos, Donald J. Trump (à direita), encontrando-se com o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky (à esquerda), no Salão Oval da Casa Branca, em Washington, DC, EUA - EFE/EPA/PRESIDENTIAL PRESS SERVICE

O governante acrescentou que, em seguida, o documento será enviado para ratificação ao Congresso americano e à Rada, o Parlamento ucraniano


O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou neste domingo em Vilnius que o documento sobre as garantias de segurança dos Estados Unidos está 100% pronto para ser assinado, ao mesmo tempo em que destacou a importância das garantias europeias e do acesso de seu país à União Europeia (UE), para o qual estabeleceu 2027 como meta.


“Para nós, a garantia de segurança é, antes de tudo, uma garantia bilateral de segurança dos Estados Unidos. O documento está 100% pronto. Estamos aguardando que nossos parceiros estejam prontos, assim como a data e o local para a assinatura”, disse Zelensky em entrevista coletiva conjunta com seus homólogos da Lituânia, Gitanas Nauseda, e da Polônia, Karol Nawrocki.

O governante acrescentou que, em seguida, o documento será enviado para ratificação ao Congresso americano e à Rada, o Parlamento ucraniano.


“As segundas garantias para a Ucrânia são as garantias de segurança europeias, a ‘Coalizão de Voluntários’ e, o mais importante, a adesão à União Europeia. Trata-se de garantias de segurança econômica para a Ucrânia”, ressaltou.

Zelensky expressou sua convicção de que a Ucrânia estará preparada em termos de abertura de todos os capítulos de negociação no primeiro semestre de 2026 e que, em 2027, estará completamente pronta para a adesão ao bloco europeu “em nível técnico”.


“Queremos uma data concreta (de adesão à UE) em nosso acordo sobre o fim da guerra, para que depois todas as partes cumpram esses acordos, incluindo o agressor, que assinará um plano de 20 pontos, se chegar o momento, para que ninguém possa nos bloquear no futuro”, completou.

Por sua vez, Nauseda comentou que a Lituânia espera que a Ucrânia se torne membro da UE antes de 2030. “Isso representaria um passo decisivo para garantir a estabilidade, a segurança e a prosperidade a longo prazo, não apenas na Ucrânia, mas em toda a região. Trata-se de um interesse estratégico para a Lituânia”, assegurou.


Já Nawrocki preferiu não dar um prognóstico sobre a data de adesão, embora tenha enfatizado que, do ponto de vista estratégico, “o caminho da Ucrânia se dirige à civilização ocidental, e não à oriental”.


“Zelensky diz 2027, o presidente Nauseda diz 2030. Eu não gostaria de trazer meu prognóstico para este debate, pois o processo exige equilíbrio e os poloneses sabem bem quanto tempo leva para aderir à União Europeia”, declarou o presidente polonês.

Zelensky, Nauseda e Nawrocki se reuniram previamente no chamado Triângulo de Lublin, onde discutiram a situação energética na Ucrânia e as necessidades de defesa aérea. Além disso, os presidentes participaram de atos comemorativos ao 163º aniversário do Levante de Janeiro contra o Império Russo.


*EFE


Fonte: Jovem Pan

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